apenas acorda-me
n perguntes mais nada..
vem...sem perguntas, comentarios ou questoes..
faz-me apenas sentir, olhar, saborear o amanhecer...
desperta-me..corpo e alma...
aconchega-me em ti...
hoje apetece-me estar viva..
Aqui me confesso..me retracto, sou eu mesma, com duvidas, desejos, angustias... Abro a minha alma, solto as amarras que me aprisionam... Sou apenas mais uma mulher, aprisionada em costumes e tradiccoes, em moralismos e ideias pre-concebidas..
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terça-feira, 3 de abril de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
poema de desamor
Desmama-te desanca-te desbunda-te
Não se pode morar nos olhos de um gato
Beija embainha grunhe gemeNão se pode morar nos olhos de um gato
Não se pode morar nos olhos de um gato
Serve-te serve sorve lambe trinca
Não se pode morar nos olhos de um gato
Queixa-te coxa-te desnalga-te desalma-te
Não se pode morar nos olhos de um gato
Arfa arqueja moleja aleija
Não se pode morar nos olhos de um gato
Ferra marca dispara enodoa
Não se pode morar nos olhos de um gato
Faz festa protesta desembesta
Não se pode morar nos olhos de um gato
Arranha arrepanha apanha espanca
Não se pode morar nos olhos de um gato
Alexande O'Neill
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
.Pablo Neruda - Tu eras também uma pequena folha
Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.
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